sexta-feira, 2 de maio de 2014

Evento Dolce Gusto para o dia da Mães

Em abril, tivemos um evento (como sempre delicioso) da Dolce Gusto para a comemoração do dia das mães.
O evento aconteceu no Restaurante Marakutai em São Paulo.


Degustamos um delicioso café da manhã acompanhado dos diversos tipos de cafés Dolce Gusto.
As duas últimas fotos são da preparação de receitas para o dia da Mães.


As máquinas como sempre lindas e inovadoras e a barista Luciana Digna nos deu várias dicas de como degustar os cafés e de como é um café espresso perfeito.


           



Sabe quando a gente pedia para os pais "aquela bicicleta"??? E colocávamos bilhetinhos espalhados pela casa?
 Pois é... eu sinceramente gostaria de pedir neste dia das mães e espalhar bilhetinhos...

  
 Por favor filhotes, não esqueçam da 
 cafeteira Dolce Gusto da mamãe!!! 

















O chef Gentil Mendonça nos brindou com delícias para este dia tão especial. Harmonizamos as sobremesas com um delicioso café Dolce Gusto.


 Eu separei a receita do Cookie de Especiarias para vocês, espero que gostem!

 Ingredientes:
1 xícara (chá) de manteiga sem sal em temperatura ambiente (cerca de 200g)
2 ovos
1 lata de Leite MOÇA® Tradicional
Meia xícara (chá) de nozes picadas (cerca de 60g)
1 tablete de NESTLÉ CLASSIC® Meio Amargo
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 e meia xícaras (chá) de farinha de trigo
Meia colher (chá) de bicarbonato de sódio
Meia colher (chá) de sal
Meia colher (café) de especiarias (cardamomo, canela em pó, cravo em pó, etc.)
Modo de preparo:
Em uma batedeira, bata ligeiramente a manteiga e, mantendo-a ligada, acrescente as gemas dos ovos e o Leite MOÇA® em fio, até obter um creme bem leve e esbranquiçado (cerca de 20 minutos). Desligue a batedeira e junte ao creme as nozes, o Chocolate NESTLÉ CLASSIC® e a essência de baunilha, misturando delicadamente com um batedor de arame. Peneire aos poucos a farinha, o fermento e o sal por sobre o creme, adicione as especiarias e misture delicadamente com o batedor. Em duas assadeiras grandes, untadas com manteiga e farinha de trigo, distribua pequenas porções da massa (uma colher de chá bem cheia), mantendo uma distância de aproximadamente de 10 cm entre elas.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Resultado do Sorteio do Livro do Pudim

Os inscritos... 

1.Priscila Meira
2.Tania Camargo
3.Tania Camargo – chance extra 1
4.Tania Camargo – chance extra 2
5.Vanderléia
6.Luciana Lopes
7.Rita Vieira
8.Pollyanna
9.Maria da Conceição
10.Nicolle Pinehiro
11.Bruna Costenaro
12.Lili Silva
13.Ana Claudia Vasques
14.Leandro Cunha
15.Neri Diniz
16.Neri Diniz – chance extra 2
17.Neri Diniz – chance extra 1
18.Neia
19.Aline de Lima
20.Patrícia Schmidt
21.José Carlos
22.Leonice
23.Regina Garbulho
24.Cristine Carvalho
25.Fabiana Ferreira
26.Laila Ferreira
27.Josiane Alves
28.Josiane Alves – chance extra 1
29.Thalita Resende
30.Thalita Resende – chance extra 1
31.Érica Cilene
32.Carine Bastos
33.Solange Antuano
34.Solange Antuano – cance extra 1
35.Solange Antuano – chance  extra 2
36.Josele Lopes
37.Isis
38.Danielle Fernandes
39.Dirlene Santos
40.Marcela Oliveira
41.Patrícia Queiroz
42.Érica Rufo
43.Elaine
44.Elaine – chance extra 1
45.Luna Hybla
46.Giovana F.
47.Camomila Rosa
48.Tamires Vicentin
49.Juliana Macedo
50.Juliana Macedo – chance extra 1
51.Manuela Escariz
52.Manuela Escariz – chance extra 1
53.Dora Martins
54.Dora Martins – chance extra 1
55.Gabriela Assis
56.Beta

E o ganhador...





Tamires, super parabéns!!! Vou te enviar um e-mail e você tem 3 dias para retornar.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Biscoitinhos de Amendocrem

Amendocrem me faz lembrar a infância. Quantos e quantos potinhos minha mãe usou para fazer cajuzinhos nas festas de aniversário! Era só misturar o Amendocrem com leite condensado cozido e voilà... tínhamos um cajuzinho!
Mas quando vi, adorei esta receita da Andréa, do Quitutes da Andréa. Confiram.

Ingredientes

1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de amido de milho
1 colher (chá) de fermento em pó químico 
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal gelada
2 colheres (sopa) de Amendocrem (acabei colocando uma a mais)
3 colheres (sopa) de açúcar 
1 ovo
recheio
Amendocrem o quanto baste

Modo de Preparo

Em uma tigela, coloque a manteiga, o Amendocrem, o açúcar e o ovo. 
Misture com auxílio de uma colher, acrescente o amido de milho, o fermento em pó e a farinha de trigo aos poucos, misture até a massa soltar das mãos, com isto você verá se vai precisar de mais ou de menos farinha. 

Abra a massa e corte os biscoitinhos com cortadores de sua preferência, mas não deixe a massa muito grossa porque depois fica mais difícil de rechear.
Coloque nas assadeiras (não precisa untar) e leve-os para assar em forno pré-aquecido 180°C até dourarem levemente. 
Percebi que eles acabam corando mais na parte de baixo, então fique atento para que não queimem. Assam rápido!
Retire do forno, deixe esfriar, coloque o recheio, colando um sobre o outro se você desejar. 
Fiz biscoitinhos mais grossos, não recheei todos renderam cera de 50 unidades.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Biscoitinhos Amanteigados de Paçoca e Limão

 Estes biscoitinhos maravilhosos e com gostinho de infância vieram do Casa, Coisas e Sabores da Adriana. A Adri fez um concurso cultural para comemorar os 4 anos de blog e eu adorei paticipar.
O participante deveria mandar a receita dos biscoitinhos com o seu pitaco e um bom causo. E aqui vão eles!

Ingredientes

1/2 caixa de Arrozina ou de creme de arroz (100g)
1 xícara rasa de farinha de trigo (sem fazer montinho)
1/2 xícara de açúcar
4 colheres de sopa cheias de manteiga (cerca de 125 g)
1 quadrado (ou rolha) de paçoca
raspas de limão 

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes em um recipiente, amassando com as mãos até formar uma farofa grossa.
Sove mais um pouquinho até obter uma massa uniforme.

Separe a massa em duas porções
Em uma das porções, esfarele a paçoca e amasse novamente.
Na outra metade, junte as raspas de limão.

Modele as massa em forma de bolinha, coloque numa assadeira untada e enfarinhada e pressione com o martelo de carne (o meu tem aqueles quadradinhos, fica uma marquinha bem diferente).

Leve ao forno (pré-aquecido) a 180C por uns 20 minutos até que você verfique que corou por baixo.
Deixe esfriar para degustar e guardar.

Agora meu causo... para explicar um dos ingredientes e para fazer uma baita viagem no tempo! 



Bem... quando eu penso em contar um  bom causo, só passa uma pessoa na minha mente: minha avó paterna, a dona Lídia.
Era uma mulher que não dava ponto sem nó. Páscoa, dia da Mães, aniversários, Natal... tudo era resolvido pelo menos com um mês de antecedência.
Perto do Natal, quer dizer, um mês antes, já encomendava o pernil no seu Antônio açougueiro. Aniversário dos netos, adivinha? O presente já era comprado bem antes, de um tamanho razoável para que até a data ainda pudesse servir.

Mas é da Páscoa que eu queria comentar (aproveitando a data).
Como de praxe, bem antes da comemoração com um belo bacalhau, minha avó fazia uma coisa simplesmente maravilhosa: paçoca!
E foi por este motivo que eu fiz parte dos biscoitinhos com paçoca.
Dona Lídia não fazia essas paçocas sem cor e cheias de açúcar. Era uma paçoca lotada de amendoim, moreninha, soltinha e perfumada.
A  paçoca é a coisa mais simples do mundo, três ingredientes: amendoim, açúcar e farinha de mandioca. Tudo bem moído, tudo junto.
O “x” da questão era como combinar estes três ingredientes na medida certa. Receita? Não! Só ela sabia. Tinha que sentir na mão, no paladar.

Tentar reproduzir? Isso ela era bem direta: Você não vai conseguir, deixa que eu faço!

Ah, nem me fale dos doces que ela ganhava! Abóbora, cidra, goiaba, banana... ela os “consertava”. Porque nunca estavam doces o suficiente. Lá ia ela “tacar” mais açúcar e apurar mais.

Voltando à Páscoa, uma das coisas que eu gostava (além da paçoca) era de algumas das estórias que ela contava.
Uma delas, era a estória de uma senhora que não tinha muitas posses e não poderia comprar um peixe para a Sexta-feira Santa. Então durante a semana Santa, ela comprou uma ova de peixe bem graúda e a pendurou na cozinha perto do fogão (como se penduravam as linguiças).
Todos os dias, a senhora passava na ova um pedacinho de miolo de pão e comia, só para sentir o gostinho. Fez isso a semana inteira e só comeu toda a ova na sexta-feira. Pobre senhora!

Outra estória (muito fantástica) era sobre a empregada de uma outra senhora.
A tal empregada, disse à patroa que iria fazer um frango ensopado para o almoço da sexta-feira Santa. A dona da casa ficou revoltadíssima. Onde já se viu comer carne na sexta-feira Santa? Deu ordens para dessalgar um bacalhau.
Mas quando chegou o dia do almoço, sentiu-se pela casa toda um perfume de frango ensopado no ar...
A patroa foi atrás da pobre mulher:
_Sua louca! Eu não te disse para não fazer frango hoje? Não pode!
A empregada sem saber muito o que fazer da sua incredulidade na data, replicou:
_Mas vamos jogar tudo fora? Deve estar tão gostoso!
Neste instante destampou a panela e pasmem! Não havia frango algum. Havia apenas sabugos de milho boiando no molho.
É... o frango havia se transformado em sabugos de milho.
Por estas e por outras estórias “dos antigos” que minha avó jamais consumia carne na sexta-feira Santa.

A dona Lídia, além de ser uma avó cheia de receitas de doces, tinha um espírito muito aventureiro, uma moleca!
Quando criança, uma das aventuras lá no interior de São Paulo, era caçar sabitús. Sabitús são uns formigões que podem ser consumidos como uma iguaria. E até hoje há gente que come e se delicia.
E lá ia a dona Lídia molequinha com uma bacia de cinzas (porque era a única maneira das formigas não subirem nas pernas).
Entrava na bacia e cutucava o formigueiro. Lá vinham os sabitus muito bravos ver o que acontecia. E aí já era... viravam petisco ou até bonequinhos para brincar.
Só que a brincadeira não se tornava boa coisa, acabava apanhando por ficar tanto tempo fora de casa.

Minha avó renderia um livro! Mulher guerreira, sem papas na língua. Passou por grandes dificuldades, perdeu a mãe vítima da gripe espanhola, trabalhou, ajudou a família, criou seus dois filhos, viu seus netos e bisnetos, teve gatos e vários bassets. A última cadelinha, a Fly, uma basset caramelo, era tratada a leite Ninho e a biscoitos que ganhava das crianças do vizinho.
Os bichinhos sempre eram muito bem tratados pela dona Lídia. A Fly não parecia uma salsicha, tava mais para uma mortadela das grandes!
E Minha avó nunca se esquecia de seus vários canarinhos, dos seus pardais alimentados na sacada e dos beija-flores. 
 
A  pedidos do Céu esta mulher nos deixou, ciente de que a sua missão foi muito bem cumprida!    

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Strogonoff de Frango com Molho Branco Fugini


Strogonoff de frango... até aí, nenhuma novidade, não é mesmo? Só que eu me dei conta que não sabia fazer um strogonoff tão saboroso quanto ao da minha tia e da minha prima!
Dei uma ligadinha e feito, já tinha a receita. Lá fui eu para o fogão... e dei meu pitaco.

Ingredientes

300g de peito de frango
alho e cebola a gosto
1 sachê de Molho Branco Fugini (260g)
1 caixinha de creme de leite (200g)
champignons a gosto
conhaque para flambar (opcional) - a gosto
1 colher (sopa) de mostarda
3 colheres (sopa) de ketchup

Modo de Preparo

Corte o peito de frango em cubos e tempere-o com sal, alho e cebola a gosto.
Em uma panela com um pouquinho de óleo frite o peito de frango bem douradinho.
Assim que estiver bem fritinho,coloque o conhaque e flambe (isso é opcional, eu mesma não fiz este processo). O que você pode fazer é colocar um pouco de vinho branco e deixar reduzir.

Agora coloque água fervente até cobrir todo o frango.
Com o fogo baixo, espere secar toda a água.
Assim que a água secou por completo, acrescente a mostarda e o ketchup. Em seguida coloque o Molho Branco Fugini, o creme de leite e os champignons. Deixe aquecer bem.
Caso você ache que o creme está muito grosso, dissolva-o com um pouquinho de leite.
Sirva com um arrozinho e batatinha palha. Delícia!!!



Queridos, não se esqueçam que temos um Sorteio acontecendo no Brie com Goiabada! 
Acesse o link no canto superior da página.
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